
A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo e, no verão, o problema acentua-se devido as condições do meio ambiente e as características urbanas, que favorecem o desenvolvimento e a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypti.
Trata-se de uma doença infecciosa febril aguda transmitida pela picada do mosquito infectado.
A dengue clássica tem sintomas semelhantes à gripe, com febre alta, dores de cabeça, cansaço, dores musculares e nas articulações, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, entre outros sintomas, durando entre 5 e 7 dias.
Em casos mais graves, como da dengue hemorrágica, há alterações da coagulação sanguínea. No início os sintomas são semelhantes ao da dengue tradicional, mas após o terceiro ou quarto dia surgem as hemorrigas, que podem ser nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas. Nesses casos, se não for tratada, pode levar à morte.
Como não há tratamento específico para a dengue, o médico costuma tratar os sintomas, com analgésicos e antitérmicos, normalmente com paracetamol e dipirona. O paciente deve permanecer em repouso, ingerir bastante líquido e nunca se automedicar.
Mais importante que diagnosticar e tratar os casos de dengue é a prevenção. É preciso identificar e eliminar os possíveis focos e criadouros do mosquito, como objetos diversos que possam acumular água limpa e parada, onde a fêmea do mosquito poderá depositar os ovos.